Wladymirr tem mais ou menos uns 34 anos e ganha a vida como professor universitário, devidamente concursado em uma federal. É solteiro, não tem mulher, filhos, nem namorada. Gosta das mulheres mas, confessa, ela os deixa nervoso, por isso, ele decidiu se fechar em seu próprio mundo, onde ele mesmo faz suas regras - que, crê, estão mais certas que as das outras pessoas. Assim, ele acha que tem uma missão: ensinar seus conhecimentos para poucos e bons, escolhidos a dedo (seus alunos). Mas não pode revelar muita coisa. Não suportaria ver os discípulos superando o mestre. Por isso, ele guarda alguns mistérios. E fica com medo de que sejam relevados, o que o deixa meio paranoico.
Wladymirr nasceu em Minas Gerais, numa cidade pequena. Filho único, menino prodígio, é sagitariano, por isso, gosta da sua liberdade e do seu espaço, sendo, às vezes, um tanto quanto reservado. Nunca foi muito de esportes, sempre preferiu ficar no seu canto, estudando, desenvolvendo suas teorias. Seu negócio sempre foram os números, a área de exatas, mas, de vez em quando, gosta de uma boa leitura e de uma boa música, clássica, de preferência. Parece levemente arrogante, mas adora um pãozinho de queijo. É na verdade um sistemático. E, no fundo, no fundo, um cara um pouco inseguro.
Wladymirr nasceu em Minas Gerais, numa cidade pequena. Filho único, menino prodígio, é sagitariano, por isso, gosta da sua liberdade e do seu espaço, sendo, às vezes, um tanto quanto reservado. Nunca foi muito de esportes, sempre preferiu ficar no seu canto, estudando, desenvolvendo suas teorias. Seu negócio sempre foram os números, a área de exatas, mas, de vez em quando, gosta de uma boa leitura e de uma boa música, clássica, de preferência. Parece levemente arrogante, mas adora um pãozinho de queijo. É na verdade um sistemático. E, no fundo, no fundo, um cara um pouco inseguro.